O goleiro Bruno raspou a cabeça, nesta quinta-feira, no Presídio Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo informações da assessoria de imprensa da Polícia Civil de Minas Gerais, o atleta pediu para cortarem seu cabelo para evitar que os fios fossem usados em um possível exame de DNA.
Bruno passou máquina com pente de número três (que deixa o cabelo com 10 milímetros de comprimento) dentro da cela, mas como não teria gostado do resultado, pediu para passarem pente um, que o deixou praticamente careca. Os cabelos cortados foram queimados na cela, na presença do goleiro.
Outros suspeitos do assassinato de Eliza Samudio também adotaram o procedimento de raspar as cabeças. Além de Luiz Henrique Romão, o macarrão, Marcos Aparecido dos Santos, o Neném; Wemerson Marques, o Coxinha; Flávio Caetano; e Elenilson Vitor da Silva também foram submetidos.